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VERO INTERNET INVESTE R$ 15 MI EM BACKBONE PRÓPRIODA REDAÇÃO

A rede de longa distância regional e nacional tem 1,4 mil quilômetros e capacidade de 4Tbps. Será iluminada em outubro,ligando as operações da empresa em Minas Gerais a RJ e SP.

A Vero Internet irá aumentar sua rede de conectividade por meio de um backbone dedicado e implementado em parceria com fornecedores estratégicos. A partir de outubro, a companhia contará com uma rede própria de fibra óptica de longa distância regional e nacional, com 1.417 km de fibras. O objetivo é conectar diretamente todas as 53 cidades atendidas em Minas Gerais aos principais geradores de conteúdo, datacenters e fornecedores em São Paulo e Rio de Janeiro.

Com investimento de R$ 15 milhões, o backbone, que possui alta capacidade, chegando a 4Tbps de transmissão, será protegido por rotas distintas e caminhos subterrâneos. “Com o novo sistema, teremos uma evolução tecnológica, melhorando a qualidade de rede e da experiência dos nossos clientes, com capacidade de crescimento e ganho de escala e velocidade, além de redução dos custos operacionais, pois não haverá dependência de terceiros para o fornecimento de rede”, afirma Fabiano Ferreira, diretor-presidente da Vero.

A rede regional irá conectar as cidades mineiras de Juiz de Fora, Santos Dumont, Barbacena, Carandai, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Congonhas, Jeceaba, Belo Horizonte, Betim, Itauna, Divinópolis, Pará de Minas, Nova Serrana e Bom despacho a São Paulo e ao Rio de Janeiro.

“O novo backbone servirá também para a nossa operação nacional que pretendemos atender, por meio do crescimento orgânico, com a cobertura em mais cidades em todo o Brasil, e também por fusões ou aquisições, pois nossa intenção é chegar a 200 cidades até 2023”, complementa o executivo.

O backbone conta com 1.417 km de fibras conectando MG até SP e RJ por caminhos totalmente distintos. A capacidade inicial de cada cluster será 566% superior à atual. Para promover maior segurança à estrutura, serão criados 12 novos POPs 100% dedicados. Também serão instalados 41 novos elementos em várias camadas de rede: DWDM, Roteadores e Switches. (assessoria de imprensa).

(Fonte: DA REDAÇÃO ) - 14/09/2020
Pac-Man Geo transforma Google Maps em fases de jogo

Game funcionará com realidade aumentada e já está disponível para pré-registro em dispositivos com Android e iOS

Pac-Man Geo é o novo jogo de realidade aumentada, desenvolvido numa parceria entre a Bandai Namco e o Google, para a Android e iOS. O game estará disponível em 170 países e tem previsão de lançamento ainda para 2020. Já é possível fazer o pré-registro na App Store e Google Play.



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Foto: Tecnoblog

A ideia é bem interessante: Pac-Man Geo é um jogo de ação que usa os caminhos das rodovias do Google Maps como seu próprio mapa. Ao selecionar uma região para servir como "fase", os jogadores montam seu próprio desafio Pac-Man em tempo real.

A partir daí, todo o gameplay clássico do game da bolinha amarela faminta se molda, por meio de realidade aumentada, ao local que você escolher. Isso com direito às pastilhas, fantasmas e frutinhas.

Pac-Man Geo está sendo desenvolvido desde 2018, quando todas as verificações técnicas começaram a ser feitas (para checar a viabilidade de um game nesses moldes).

Acho incrível que Bandai Namco tenha levado tanto tempo para começar a trabalhar num jogo com essa ideia (e não apenas uma ação sazonal), porque é genial! É também uma excelente forma de matar a sua produtividade. Vai se preparando.



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Foto: Tecnoblog

A desenvolvedora japonesa afirma, em comunicado à imprensa, que "enquanto foram mantidas as regras simples de Pac-Man e sua operabilidade, os jogadores podem experimentar o jogo num nível mais profundo, escolhendo sua própria fase pelo mundo, encontrando terrenos interessantes e compartilhando suas descobertas".

(Fonte: Vivi Werneck - Tecnoblog) - 14/09/2020
Uber vai pedir RG nas viagens pagas em dinheiro

A medida é uma das atualizações de segurança informadas no evento Uber Destino, que aconteceu nesta quinta-feira, 3.

O Uber anunciou nesta quinta-feira, 3, novas regras de segurança no aplicativo de viagens e de delivery. No evento Uber Destino, promovido anualmente pela plataforma, a empresa afirmou que, em algumas cidades, será necessário apresentar RG para embarcar em viagens pagas em dinheiro. Falou também sobre o aumento do uso de gravação de áudio como recurso de segurança e discutiu o uso de protocolos contra a covid-19.

"A gente entende que a mobilidade foi impactada nesses meses e, conforme as cidades vão abrindo, as pessoas vão reavaliar com cuidado as formas de se locomover. O Uber já possui recursos de segurança como verificação de documentos de motoristas e entregadores, códigos de validação de viagens e detecção de mensagens inapropriadas no chat do app. Em um momento como esse, em que a segurança fica mais em evidência, eu vejo como uma forma de motivação para fazer ainda mais, garantir uma experiência melhor para parceiros e usuários", afirmou Marcelo Azambuja, Diretor do Tech Center da Uber no Brasil, no evento online em que o Estadão esteve presente.

Com foco nos usuários, a empresa decidiu aumentar a checagem de documentos durante as corridas pagas em dinheiro. Agora, o app vai solicitar que o usuário apresente o RG via scanner na plataforma, antes de prosseguir a viagem. O Uber afirmou que o processo não será necessário todas as vezes, já que o documento fica salvo no banco de dados. Caso o usuário apresente um documento falso, não será possível prosseguir a viagem. O recurso estará disponível nas próximas semanas apenas nas cidades de Juiz de Fora, Feira de Santana e Petrópolis. A expectativa é que outros municípois também recebam a ferramenta no futuro.

Já o recurso de gravação de áudio, que estava disponível desde fevereiro em Salvador, Campo Grande, São Luís, Sorocaba e Uberlândia, vai ser levado para todas as cidades do País. A ferramenta permite que usuários e motoristas gravem a conversa durante a corrida e reportem para a equipe de segurança, caso seja necessário. A empresa informou que todos os arquivos são criptografados.

Além disso, o Uber também está lançando o U-Ajuda 2.0. Como um "upgrade" da versão anterior — que informava paradas longas ou inesperadas — agora o novo recurso também vai detectar viagens que forem finalizadas antes do destino. Caso a viagem termine em um endereço diferente do informado, passageiros e motoristas recebem uma notificação para confirmar a parada precoce.

O Uber também apresentou um balanço sobre as ações feitas no País durante a pandemia e como investiu para aumentar a proteção de motoristas e passageiros. "Foram mais de R$ 50 milhões investidos no Brasil, em assistência financeira para os parceiros, centro de higienização em 10 cidades, reembolso de materiais de higiene e kits", explicou Claudia Woods, diretora do Uber no Brasil.

Para o Uber Eats, as novidades ficaram em relação à protocolos de higiene para restaurantes e segurança para entregadores. Segundo Mariana Esteves, gerente sênior de produtos, todos os restaurantes terão uma página especial no app para informar quais os protocolos de higienização estão sendo tomados nos cuidados com a preparação e embalagem de alimentos.

"Com a pandemia, os usuários querem saber mais sobre qual procedimento de higiene e saúde os restaurantes estão tomando. A ferramenta vai conseguir mostrar diretamente para os usuários quais as práticas de segurança e higiene esses restaurantes estão tomando, em uma ação de transparência", afirma.

Um material educativo também será distribuído para entregadores, com protocolos de segurança para evitar acidentes durante o trabalho. De acordo com Mariana, a medida visa manter os parceiros informados e incentivar a precaução durante as entregas.

O Uber informou que todas as mudanças anunciadas serão implementadas nas próximas semanas.

*É estagiária sob supervisão do repórter Bruno Romani

(Fonte: Bruna Arimathea*) - 03/09/2020
DIREITO DE PASSAGEM JÁ PODE SER REGULAMENTADO, DEFENDE NOKIA

Para Wilson Cardoso, chefe de Soluções da Nokia para a América Latina, o Decreto 10.480, ao estabelecer o direito de passagem para redes de telecomunicações, permitirá que regulamentação faça a distinção com o compartilhamento de infraestrutura.

O compartilhamento de infraestrutura e a previsão real para o direito de passagem são os pontos mais positivos do Decreto 10.480 na avaliação de Wilson Cardoso, chefe de soluções da Nokia para a América Latina. Embora a medida trate da regulamentação das antenas, o documento traz avanços em relação a compartilhamento de infraestruturas críticas como postes, torres, rodovias, dutos e subsolo urbano.

“O decreto está criando um marco que nos permite avançar no acesso a essas infraestruturas. Isso é extremamente benéfico considerando que somos um país com sérias limitações de infraestrutura. Já o direito de passagem pode significar um alinhamento do país. É um absurdo, por exemplo, rodovias em São Paulo colocando redes Wi-Fi para serviços ao cidadão, em vez de dar o direito de passagem para que se instale uma infraestrutura que suporte não somente o 4G hoje, mas também o 5G no futuro, em que o grande sonho é uma cadeia integrada de logística desde o campo até o porto”, defende Cardoso.

Em relação a previsão de instalação de infraestrutura de telecomunicações em obras públicas, ele observa ainda carece de regulamentação. Porém, o decreto já facilitou ao prever o direito de passagem. “A regulamentação não podia ser feita, porque não existia o direito de passagem. Agora, o decreto dá segurança e estabilidade do ponto de vista regulatório para fazer a diferenciação de compartilhamento de infraestrutura – que pode ocorrer de forma remunerada – de um mero direito de passagem que não é gratuito mas é obrigatório”, explica Cardoso.

A nova regulação vai facilitar a instalação de redes em cidades como São Paulo, onde não se instala antenas há alguns anos pela falta de legislação. Com a chegada do 5G as redes vão precisar de muito mais antenas, principalmente nas frequências de 3,5 GHz e 26 GHz. “Sem essa medida seria muito difícil cumprir metas de instalação. Vamos, inclusive precisar de mais fibra nas cidades para pôr essas antenas. Então, o compartilhamento de infraestrutura e o direito de
passagem favorecem essa progressão para o 5G”, conclui Cardoso.

(Fonte: CARMEN NERY ) - 03/09/2020
Como o seu celular rastreia você e o que fazer para evitar isso

O fato de as empresas estarem coletando, armazenando e vendendo informações de localização de pessoas apresenta riscos

Conforme pesquisadores e jornalistas tentam entender como a pandemia do novo coronavírus está afetando o comportamento das pessoas, eles contam repetidamente com informações de localização de smartphones. Os dados permitem uma visão abrangente dos deslocamentos de milhões de pessoas, mas levanta questões problemáticas em relação a privacidade.

Em vários artigos, o The New York Times usou dados de localização fornecidos por uma empresa chamada Cuebiq, que analisa dados para anunciantes e profissionais de marketing. Esses dados vêm de usuários de smartphones que concordaram em compartilhar suas localizações com determinados aplicativos, como os que fornecem alertas meteorológicos ou informações quanto a postos de gasolina próximos. A Cuebiq ajuda os fabricantes de aplicativos a usar tecnologias como o GPS para determinar a localização dos telefones das pessoas e, por sua vez, alguns dos fabricantes de aplicativos fornecem dados à Cuebiq para análise.

Os dados obtidos pelo Times são anônimos e agregados, o que significa que os jornalistas veem estatísticas amplas compiladas por área geográfica - como a distância média percorrida por dia por dispositivos em um setor censitário. O Times não recebeu informações em relação a telefones individuais e não viu o trajeto que qualquer celular percorreu.

Cerca de 15 milhões de pessoas nos Estados Unidos usam aplicativos úteis diariamente e permitem que eles rastreiem sua localização regularmente. Os dados agregados fornecem uma amostra representativa da população, de acordo com trabalhos acadêmicos que estudaram os dados da Cuebiq em diferentes áreas metropolitanas.

Quais são os perigos desses dados?
Embora os dados excluam nomes, números de telefone e outras informações de identificação, mesmo informações de localização anônimas podem ser reveladoras. O Times noticiou a intromissão de tais dados, que podem mostrar detalhes íntimos como idas a consultórios médicos e passeios românticos com parceiros.

O fato de as empresas estarem coletando, armazenando e vendendo informações de localização de pessoas apresenta riscos. Hackers ou pessoas com acesso a dados de localização brutos podem identificar ou seguir uma pessoa sem consentimento, identificando, por exemplo, qual telefone costuma passar um tempo no endereço residencial dessa pessoa.

Diferentes empresas têm abordagens amplamente variadas para lidar com as informações, incluindo a exclusão de grandes partes delas por motivos de privacidade ou a venda de dados brutos sem proteção. Os dados de localização de indivíduos são usados para fins de marketing e análise de fundos de hedge e aplicação da lei. Não existe nenhuma lei federal nos Estados Unidos que limite o uso de informações de localização dessa forma, embora algumas tenham sido propostas. A Cuebiq disse que coleta e armazena dados brutos de localização, mas não os vende.

Quais são os benefícios desses dados?
Os dados de localização de smartphones são usados para fins diversos, mais frequentemente para publicidade direcionada. Por exemplo, as empresas podem exibir anúncios de tênis para pessoas que frequentam uma academia. Empresas como a Apple e o Google usam informações semelhantes para mapear e monitorar o tráfego ou para avisar às pessoas quando as lojas provavelmente estarão ocupadas.

Os fabricantes de aplicativos que vendem os dados dizem que isso lhes permite oferecer aos usuários seus serviços sem cobrar nada.

Durante a pandemia do novo coronavírus, as informações de localização mostraram onde as pessoas estavam seguindo as regras de distanciamento social e para onde elas saíam - permitindo a análise de potenciais pontos críticos. O Times usou esses dados para mostrar que as pessoas de áreas de baixa renda tinham menos probabilidade de permanecer em casa do que as pessoas de locais de alta renda e para demonstrar como o vírus pode ter saído de controle nos Estados Unidos.

Como posso saber se meus dados foram coletados?
Pode ser difícil para as pessoas controlar se e como seus dados estão sendo coletados. Tantos os dispositivos com sistema operacional Android como os iPhones exigem que os aplicativos solicitem aos usuários que habilitem os serviços de localização antes de coletar as informações, mas as explicações que as pessoas veem quando são solicitadas a dar permissão são frequentemente incompletas ou enganosas. Um aplicativo pode dizer aos usuários que conceder acesso à sua localização os ajudará a obter alertas meteorológicos, mas não menciona que os dados serão vendidos. Essa divulgação é
frequentemente disfarçada em uma política de privacidade densamente redigida.

Mesmo com essas revelações, pode não estar claro para os usuários com que frequência as informações de alguém são coletadas e o que elas podem mostrar. Na Europa e na Califórnia, os usuários podem solicitar seus dados. Em outros lugares, as políticas variam de acordo com a empresa.

Você pode solicitar seus dados da Cuebiq ou pedir à empresa para excluir seus dados, independentemente de onde você mora. A Cuebiq vincula seus dados ao chamado ID de publicidade do seu telefone, que é usado por profissionais de marketing e outros para diferenciar os telefones entre si e enviará a você as informações associadas a esse ID. Para evitar que as pessoas obtenham dados nos IDs de outras pessoas, a empresa exige que você baixe um aplicativo que verifica o número e, em seguida, faz a solicitação. Você pode excluir o aplicativo sem afetar sua solicitação. O aplicativo está
disponível tanto para o sistema Android como para o iOS.

Como evitar que coletem meus dados?
Se você quiser evitar que a Cuebiq colete seus dados, a maneira mais fácil é desabilitar o ID de publicidade em seu telefone. Se você desativá-lo, a Cuebiq, e outras empresas, não rastrearão mais o seu dispositivo.

A Cuebiq também fornece várias outras maneiras de cancelar o rastreamento de localização, você pode ter acesso a elas clicando em "Controle" na página de privacidade da empresa.

No entanto, a desativação do banco de dados da Cuebiq não impedirá que suas informações sejam coletadas por uma variedade de outras empresas que coletam e armazenam informações precisas de

localização. Algumas oferecem opções semelhantes, mas nem todas, e é difícil acompanhar a miríade de empresas no setor de rastreamento de localização.

Se você deseja evitar que coletem seus dados de localização por completo, a melhor aposta é avaliar os aplicativos um por um em seu telefone para ver se eles estão coletando mais sobre você do que você gostaria. Impeça que todos os seus aplicativos, exceto os mais importantes, tenham acesso aos dados e permita que eles os obtenham apenas quando você estiver usando o aplicativo. / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.