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Notícias na 25 de março

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Startup Yellow lança bicicletas elétricas em São Paulo

O preço das viagens das bicicletas elétricas é de R$ 5 iniciais e mais R$ 0,40 para cada minuto de uso; o sistema de operação será sem estações, assim como as bicicletas normais da empresa

A partir desta segunda-feira, 11, será possível ver nas ruas de São Paulo bicicletas elétricas da startup brasileira Yellow, dona das bicicletas amarelas disponíveis por aplicativo. As bicicletas elétricas funcionam da mesma forma que as comuns: o sistema usado é o chamado dockless, em que não é necessário estacionar as bicicletas em estações.

O preço das viagens das bicicletas elétricas é de R$ 5 iniciais e mais R$ 0,40 para cada minuto de uso. Os usuários podem usá-las das 8h da manhã até 21h, somente na área em que a Yellow opera patinetes atualmente - região restrita a bairros como Pinheiros e Itaim Bibi.

Segundo a Yellow, a operação para recarga funcionará durante a noite: de manhã a startup disponibilizará bicicletas elétricas em determinados pontos e, no final da noite, as bikes serão recolhidas na área de atuação da Yellow para manutenção.

Bicicletas. A Yellow afirma que as bicicletas elétricas são simples de usar: basta pedalar para sentir o pedal mais leve e a velocidade aumentando com mais facilidade. A velocidade máxima das bicicletas é de 25 km/h e o uso do capacete é obrigatório.

Desde que começou a atuar em São Paulo, em agosto do ano passado, a Yellow teve mais de 1 milhão de corridas realizadas com 5 milhões de quilômetros percorridos. A empresa já expandiu sua atuação para Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Verão em Ilhabela e Vitória. O plano agora é atuar também em cinco países da América Latina: Argentina, Chile, Colômbia, México e Uruguai.

No total, a Yellow já levantou US$ 75 milhões em investimentos desde que foi fundada, em janeiro do ano passado. A empresa tem como fundadores dois criadores da 99 - Ariel Lambrecht e Renato Freitas - e o ex-presidente da Caloi Eduardo Musa.

(Fonte: Redação Link) - 11/03/2019
Apple pode lançar óculos de realidade aumentada em 2020

Os óculos funcionarão como um acessório do iPhone; o celular ficará responsável por toda a carga de processamento

A Apple deve lançar em 2020 seus óculos de realidade aumentada, que começarão a ser produzidos ainda em 2019. A informação é do analista Ming-Chi Kuo, que costuma adiantar novidades da empresa.

Segundo ele, os óculos funcionarão como um acessório do iPhone - o celular ficará responsável por todo o processamento.

A realidade aumentada foi popularizada por jogos como o Pokémon Go, e significa que objetos digitais são sobrepostos a objetos reais. A Apple já possui um software com a tecnologia, chamado de ARKit, que foi apresentado em 2017 e já está em sua segunda geração. A empresa, entretanto, ainda não tem um hardware com realidade aumentada - a experiência está restrita ao uso do smartphone como tela.



Apple pode lançar óculos de realidade aumentada em 2020
Foto: Reuters

Os rumores de que a Apple vai lançar um óculos de realidade aumentada estão no ar desde 2017, quando a agência de notícias Bloomberg afirmou que a empresa iria lançar o aparelho em 2019. No ano passado, o site CNET colocou outro prazo, de 2020, e afirmou que os óculos seriam uma combinação de realidade aumentada e realidade virtual.

A combinação de óculos com smartphone não é nova: a LG já anunciou tecnologias do tipo e no mês passado a fabricante de chips Qualcomm anunciou a criação de uma plataforma para conectar óculos de realidade virtual e aumentada a celulares com rede 5G. Isso sem contar o Gear VR, da Samsung, que desde 2014 permite usar o telefone como central de processamento de realidade virtual.

Uma das aplicações possíveis para um óculos de realidade aumentada conectado a um celular é na visualização de mapas. O usuário poderia apontar o smartphone para um lugar e ver qual é o caminho que deve percorrer. O Google já trabalha com essa tecnologia para o Google Maps.

(Fonte: Redação Link) - 11/03/2019
Spotify registra 1 milhão de usuários únicos na Índia em menos de uma semana, diz Billboard

O Spotify Technology SA, o serviço de streaming de música pago mais popular do mundo, registrou mais de 1 milhão de usuários únicos na Índia em seus níveis gratuitos e premium desde o lançamento há menos de uma semana, informou a Billboard nesta segunda-feira.

O Spotify foi lançado na Índia na terça-feira, entrando em um mercado sensível a preços cheio de participantes bem financiados como JioSaavn e Apple Music.

A empresa sueca está oferecendo uma versão gratuita que será veiculada com anúncios, juntamente com uma variante premium sem anúncios, que cobra aos usuários 119 rúpias indianas (1,68 dólar) por mês.

O Spotify não respondeu imediatamente ao pedido da Reuters para comentários.

(Fonte: Reuters) - 07/03/2019
Entenda como a startup de patinetes Bird pode chegar à América Latina

A empresa pretende vender seus patinetes para empreendedores locais, que vão arcar com todos os custos de operação e manutenção; a Bird funcionará como uma espécie de mentora e ficará com uma porcentagem de 20% do preço de cada viagem

Redação Link

A startup de patinetes elétricos Bird tem um plano interessante para expandir seu serviço para além dos Estados Unidos. De acordo com o site The Verge, a empresa pretende vender seus patinetes para empreendedores locais de outros países, que vão arcar com todos custos de operação e manutenção. Do outro lado, a Bird funcionará como uma espécie de mentora, oferecendo conselhos, suporte técnico

e acesso à sua tecnologia - para isso, ficará com uma porcentagem de 20% do preço de cada viagem. A estratégia é chamada de Plataforma Bird.

A empresa revelou o plano da Plataforma Bird em novembro do ano passado, mas não havia especificado que o serviço seria oferecido para empreendedores foram dos Estados Unidos e da Europa, onde a startup já opera. A Bird pretende inicialmente oferecer a plataforma para três mercados: Nova Zelândia, Canadá e América Latina.

Por meio da plataforma a Bird pode inspirar a criação de novas empresas de patinetes, que não vão ser suas concorrentes - já que a startup vai vender seus patinetes e ganhar uma fatia do faturamento. A Plataforma Bird também permitirá que a empresa acompanhe de perto a disseminação de patinetes em cidades de todo o mundo.

Segundo a reportagem do The Verge, os patinetes serão entregues ao empreendedores locais com toda a tecnologia da Bird pré-instalada, incluindo GPS.

O plano da Bird é semelhante ao do Uber, que expandiu seu serviço pelo mundo deixando os custos nas mãos dos motoristas e oferecendo a eles a tecnologia da plataforma - e, é claro, pegando uma porcentagem do preço da viagem. Travis VanderZanden, atual presidente executivo da Bird, já trabalhou no Uber.

A estratégia é interessante para o mercado de patinetes elétricos. Todas as empresas do setor hoje fecham suas contas no prejuízo, já que o mercado é caro e difícil. As startups enfrentam problemas como vandalização dos veículos e impasse com regulamentações locais.

(Fonte: Estadão) - 07/03/2019
Site usa inteligência artificial para gerar rostos falsos impressionantes

Criado por Philip Wang, engenheiro de software do Uber, o site tem intuito educacional: alertar sobre o potencial da tecnologia, que já consegue criar rostos bem parecidos com os reais

Essas pessoas que estão na foto acima não existem: seus rostos são criações de um sistema de inteligência artificial. O site que hospeda as imagens, chamado de
href="https://thispersondoesnotexist.com/" target="_blank"> ThisPersonDoesNotExist.com
, tem uma única página em que mostra em tela cheia um rosto de uma pessoa que não existe. As fotos, que impressionam por terem aparência real, são exibidas uma de cada vez, a cada nova atualização da página.

Criado por Philip Wang, engenheiro de software do Uber, o projeto tem intuito educacional. "Decidi tirar dinheiro do meu próprio bolso para conscientizar as pessoas sobre o uso desta tecnologia", disse Philip Wang, em uma postagem no seu perfil do Facebook. Para criar o banco com imagens de rostos falsos, o engenheiro se baseou em uma pesquisa feita pela empresa de tecnologia Nvidia.

Por trás da tecnologia está um algoritmo que é treinado a partir de um banco gigante de imagens reais. Com as informações captadas, o algoritmo consegue misturar traços e características para criar rostos artificiais.

Embora essa tecnologia possa criar imagens virtuais e ajudar ilustradores e designers, há questionamentos sobre o seu perigo para a sociedade. Além do problema de criação de perfis falsos na internet, tecnologias desse tipo são usadas em conteúdo pornográfico para colocar rostos de famosos em outros corpos, por exemplo - técnica conhecida como "Deep Fake".

(Fonte: Redação Link Estadão) - 26/02/2019
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O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.